história
O Quebra Ateliê nasce do encontro entre duas amigas interessadas nas relações humanas e nos processos criativos. Uma ceramista e uma psicóloga que, a partir de seus diferentes campos de atuação, compartilham o interesse pela arte como forma de expressão, investigação e transformação. Da convergência entre essas trajetórias surge a proposta de criar um espaço que integrasse prática artística, experimentação com a matéria e escuta sensível dos processos humanos. Quebrar pode ser interromper automatismos, rachar certezas, permitir que algo novo apareça. Na cerâmica, às vezes a peça quebra para revelar outro caminho. Nos processos psíquicos, também.

proposta
O ateliê desenvolve atividades voltadas à cerâmica e às práticas expressivas, oferecendo aulas, kintsugi, oficinas e encontros criativos, além de um espaço terapêutico.

Visão
Ser um espaço de referência onde a arte e o cuidado com as relações humanas se encontram, oferecendo experiências significativas de autoconhecimento e expressão.


Ceramista e Restauradora
Susan Mayumi Iida
Também conhecida como MEIMEI, atua como ceramista desde 2019 e compartilha conhecimentos desde 2022 em ateliê próprio. É formada em Arquitetura e Urbanismo (UFPR, 2023) e em 2020, aprofundou seus estudos no Japão com a tradicional técnica de restauração Kintsugi, saber que influenciou profundamente sua sensibilidade no fazer cerâmico.
Atualmente, atua também com os serviços de restauração, sendo uma das poucas ceramistas no Brasil a oferecer esse trabalho com base nos princípios e materiais tradicionais japoneses. Hoje, também coordena o Quebra Ateliê, clube criativo que é dedicado à saúde mental, expressão artística e formação de cerâmica contemporânea em Curitiba.

Psicóloga (CRP 08/33125)
Victória Maria Pinto Cordeiro
Victória Maria é psicóloga clínica de orientação junguiana e arteterapeuta em formação. Graduada em Psicologia pela PUC-PR (2021) e especialista em Saúde da Família pela SMS-Curitiba/FEAS, atuou na Rede de Atenção Psicossocial através do Programa de Residência em Saúde da Família, ampliando seu olhar para o sofrimento psíquico em sua dimensão individual e coletiva. Atualmente dedica-se à prática clínica com adolescentes e adultos, oferecendo um espaço de escuta e intervenção que cultiva a autenticidade. Mantém uma relação íntima com a arte, compreendendo-a como território de escuta, elaboração e transformação.


















